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Baga
 


Origem
Matias (2003)
A introdução da Baga na Bairrada dá-se em consequência do oídio, sendo esta casta resistente ao fungo.
(Matias, Goretti, 2003. Os vinhos comuns da Estremadura na segunda metade do século XIX. In: Actas do 1º Colóquio Vitivinícola da Estremadura, Torres Vedras, 9-36)
Gonçalves (1996)
O coeficiente de variação genotípica do rendimento (CVG de 16,47) permite considerá-la com um nível relativamente elevado de variabilidade genética. A sub-população do Dão (CVG de 27,70) apresenta maior heterogeneidade genética do rendimento que a sub-população da Bairrada (CVG de 11,32). A média do rendimento é superior nos clones provenientes do Dão e os melhores e piores clones são originários desta região. Na sub-população de Bairrada a média do rendimento atingida é ligeiramente inferior e a sua gama de variação é muito mais restrita.
As variabilidades do grau álcool provável (CVG de 4,77) e da acidez total do mosto (CVG de 3,40) são razoáveis. No caso do grau álcool provável, a variabilidade genética é superior nos clones oriundos da Bairrada (CVG de 5,30, enquanto os clones do Dão apresentam um CVG de 2,80). O seu valor médio não varia muito entre as duas sub-populações, respectivamente de 9,28 g/l e 9,10 g/l na Bairrada e no Dão. Quanto à acidez total do mosto, não existem diferenças de variabilidade muito substanciais entre as duas sub-populações. 
(Gonçalves, 1996)

Morfologia
Extremidade do ramo jovem aberta, com orla ligeiramente carmim e elevada densidade de pêlos prostrados.
Folha jovem verde com zonas bronzeadas, página inferior com forte densidade de pêlos prostrados.
Flor: Hermafrodita
Pâmpano estriado de vermelho, média intensidade antociânica dos gomos.
Folha adulta de tamanho médio, pentagonal, com cinco lóbulos; limbo verde médio a escuro, ligeiramente revoluto, bolhosidade fraca; página inferior com elevada densidade de pêlos prostrados, aveludada, apresentando as nervuras principais fraca densidade de pêlos erectos colocados lateralmente; dentes curtos e convexo; seio peciolar pouco aberto, com a base em V, seios laterais fechados em U.
Cacho médio, cónico, compacto, pedúnculo de comprimento médio.
Bago arredondado, médio e negro-azul; película de espessura média, polpa mole.
Sarmento castanho escuro.

Comportamento
Abrolhamento: Época média, 10 dias após a ‘Castelão’.
Floração: Época média, 6 dias após a ‘Castelão’.
Pintor: Época média, 2 dias após a ‘Castelão’.
Maturação: Tardia, duas semanas após ‘Castelão’.
Porte prostrado. Vigor elevado. Elevada produtividade.
Pouco sensível ao oídio.
Sensível à podridão, em certos anos.
Vigorosa, de produção abundante, dando vinhos pouco alcoólicos, ácidos e de qualidade “corrente”. Abrolha mal. Sensível à podridão, em certos anos.
Casta de maturação tardia, vinhos com teores alcoólicos muito variáveis, dependentes das condições climáticas de mês de Setembro serem mais ou menos favoráveis à maturação.

Potencial
É uma casta tardia, produtora de mostos ácidos e de vinhos com teores alcoólicos muito variáveis, dependentes das condições climáticas de mês de Setembro serem mais ou menos favoráveis à maturação. Os vinhos são ricos em taninos, suportando bem o envelhecimento.

Fonte: www.iniap.pt

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